Contra a pedofilia, a homofobia, o racismo e qualquer tipo de violência. https://www.facebook.com/CidadaniaContraViolenciaPreconceito
segunda-feira, 16 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Repudio contra o “humorista” RafinhaBastos, da TV Bandeirantes
Data: 11/05/2011
A Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) vem a público
manifestar sua indignação pela maneira como o “humorista” RafinhaBastos,
da TV Bandeirantes, faz piadas com os temas estupro, aborto, doenças e
deficiência física. Segundo a edição desse mês da Revista Rolling Stone,
durante seus shows de stand up, em São Paulo, ele insulta as mulheres ao contar
anedotas sobre violência contra as mulheres.“Toda mulher que eu vejo na rua
reclamando que foi estuprada é feia pra caralho. Tá reclamando do quê? Deveria
dar graças a Deus. Isso pra você não foi um crime, e sim uma oportunidade.
Homem que fez isso [estupro] não merece cadeia, merece um abraço”. Isso não é
humor, é agressão gratuita, sem graça, dita como piada. É lamentável que uma
pessoa - considerada pelo jornal The New York Times como a mais influente do
mundo no twitter -, expresse posições tão irresponsáveis e preconceituosas.
Estupro é crime hediondo e não requer, em nenhuma hipótese
sexta-feira, 6 de maio de 2011
STF reconhece união homoafetiva por unanimidade
por Felipe Recondo,
estadao.com.br
BRASÍLIA - Os casais homossexuais têm os
mesmos direitos e deveres que a legislação brasileira já estabelece para os
casais heterossexuais. A partir da decisão de hoje do Supremo Tribunal Federal
(STF), o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo será permitido e as uniões
homoafetivas passam a ser tratadas como um novo tipo de família.
O
julgamento do Supremo, que aprovou por unanimidade o reconhecimento legal da
união homoafetiva, torna praticamente automáticos os direitos que hoje são
obtidos com dificuldades na Justiça e põe fim à discriminação legal dos
homossexuais. 'O reconhecimento, portanto, pelo tribunal, hoje, desses
direitos, responde a um grupo de pessoas que durante longo tempo foram
humilhadas, cujos direitos foram ignorados, cuja dignidade foi ofendida, cuja
identidade foi denegada e cuja liberdade foi oprimida', afirmou a ministra
Ellen Gracie.
Pela decisão do Supremo,
quarta-feira, 4 de maio de 2011
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