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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Fotos de mulheres no metrô de São Paulo geram revolta no Facebook

Um perfil com imagens de mulheres flagradas nas estações da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) levanta queixas indignadas de internautas. O perfil foi criado para dar visibilidade às "beldades de vagão" - na descrição do criador. Mas reúne imagens de decotes e foca partes do corpo das passageiras.
Elas aparecem caminhando por corredores, lendo livros, aguardando a parada ou esperando na plataforma a chegada do trem. Em uma delas, na Estação Paulista (Linha 4-Amarela), a descrição apresenta a moça de shorts jeans curto, de costas: "Quem aí curte uma ruivinha?"
A historiadora Vanessa Gravino, de 34 anos, revoltou-se e pediu ao Facebook que tirasse a página do ar. "É grosseiro, machista e inaceitável." O autor, que não quis se identificar, defende-se. "Hoje, a mulher é objeto, como o homem também é."
 "Quem aí curte uma ruivinha?' é uma das mensagens postadas no controverso perfil no Facebook 
O Metrô e o Facebook disseram que não se manifestariam.


terça-feira, 3 de julho de 2012

Demival Vasques, Desapareceu.

Demival Vasques
- Desapareceu em SÃO JOSÉ DO RIO PRETO - SÃO PAULO. Estava em um GOLF SPORTLINE PRATA,  DYG7008. 

FONTE: Claudia Bassitt: 

Contato: 
Débora (17-91154.3184) 
Maneco (17-8816.9000

Cláudia Bassitt
00 55 17 97721228
00 55 17 78120008 ID 55*90*17427
Skype - clabassitt
Twitter:-@Clabassitt

PARA:  mulher.varzeapaulista@gmail.com

segunda-feira, 2 de julho de 2012

ESPÍRITO DE STONEWALL- DIA DO ORGULHO LGBT!

São Paulo, Av. Vieira de Carvalho x Praça da República. 28/o6








Em 28 de junho de 1969 a caça às bruxas promovidas pelos governos, as batidas policiais em bares gays (cujos donos eram mafiosos que lucravam com a marginalização das LGBTs) receberam uma resposta categórica vinda do bar Stonewall em Nova York: Não vamos mais baixar a cabeça, não viveremos mais no submundo!
Nesse dia as/os frequentadores se enfrentaram com a polícia, fizeram barricadas na rua, uma verdadeira revolta estava armada e foi potencializada com a organização das/os envolvidas/os. Chamaram uma marcha para o dia seguinte, rodaram panfletos durante a noite, juntaram forças com os panteras negras, os movimentos feminista e anti-imperialista. Estava formado o Gay Revolutionary Front. Esse espírito se espalhou pelo o mundo dando origem a organizações e marchas, que posteriormente foram cooptadas e perderam seu caráter de reivindicar o fim da violência e direitos.
Atualmente é preciso retomar esse histórico. A homofobia, que nos acompanhou durante toda a vida escolar, infelizmente ainda entra na universidade pela porta da frente e nos alcança durante as aulas, nos trabalhos, nas pesquisas, na moradia, no bandejão e nas festas. Até mesmo a QiB já foi palco dessa violência. Quando veio à tona o lamentável caso do jornal “O Parasita”, da Faculdade de Farmácia, aonde eram oferecidos convites para uma festa às/aos estudantes que “jogassem bosta em homossexuais”, o REItor da USP, João Grandino Rodas, disse que temia ser autoritário no combate a homofobia. Essa postura deplorável por parte da reitoria revela o despreparo para garantir o respeito à diversidade e o combate incansável da homofobia no campus e na sociedade.
No país campeão em número de mortes de LGBTs, cabe às universidades serem pioneiras no combate às opressões e reafirmarem uma universidade para todas e todos, popular, de negras e negros e LGBTs! Da mesma forma, é preciso que as pautas reivindicadas pelo movimento LGBT, a saber, a criminalização da homofobia, a retomada do programa escola sem-homofobia (cujo material, o kit anti-homofobia foi vetado pela presidenta Dilma) e o casamento civil igualitário, entre outras, sejam debatidas e encampadas pela comunidade USP.
Nesta data histórica, queremos que hoje seja diferente, não aceitaremos uma universidade opressora. Realizamos um beijaço como ato político deixando bem claro: não iremos nos esconder e aqueles que ousarem nos oprimir, é melhor que estejam avisados, esse é só o começo, nenhum caso de opressão será tolerado!
Hoje revivemos o espírito de Stonewall. Criminalização da homofobia já! Pela provação do texto original do PLC-122! Retomada do kit escola sem homofobia! Por uma política educacional de combate à homofobia! Pela imediata aprovação da PEC do casamento civil igualitário!